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A comédia dramática nacional “Tudo Bem No Natal Que Vem”, de Roberto Santucci (O Candidato Honesto 1 e 2), original e lançada mundialmente pela plataforma Netflix na quinta-feira (3/12/2020), com 1 h e 41 minutos. A trama acompanha Jorge (vivido por Leandro Hassum), casado com Laura (vivida por Elisa Pinheiro) com quem tem dois filhos - Aninha (vivida quando jovem por Arianne Botelho) e Leo (vivido quando jovem por Miguel Rômulo) -, que odeia o Natal porque é o dia de seu aniversário mas a família não dá importância a isso e depois de um acidente que sofre em uma noite natalina, Jorge passa a “acordar” somente na véspera de cada Natal esquecendo tudo o que viveu no restante do ano e isso faz com que tenha muitas surpresas nada boas, como já ter abandonado a família para viver com a maluquete Márcia (vivida por Danielle Winits) e não lembrar o porquê e quando isso aconteceu. O filme é divertido, tem boa atuação do protagonista, bom elenco, boa direção de arte, boa maquiagem e penteados, fotografia pertinente, boa montagem e um roteiro interessante, que tem referências de filmes hollywoodianos, mas não traz nada de novo. Vale a pena assistir se quiser somente um passatempo com algumas risadas. …


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A série de documentário/ficção britânica “Alien Worlds”, original e lançada mundialmente pela plataforma de streaming Netflix na quarta-feira (2/12/2020), com 4 episódios de 41–47 minutos. Este é um documentário combina fatos com ficção e imagina como seriam (serão) a vida dos alienígenas em outros planetas, milhares exoplanetas identificados por astrofísicos, onde para cada estrela existe um exoplaneta, que poderiam ser habitados, aplicando as leis da vida do nosso planeta ao resto da galáxia. A série, que usa técnicas elaboradas de CGI (Imagens Geradas por Computador), tem um belo visual, é intrigante, viciante, com um roteiro que expõe 4 exoplanetas e suas “vidas” diversificadas muito interessantes, paralelamente com a nossa Terra e ótimos depoimentos didáticos de astrofísicos e astrobiólogos. Vale muito a pena mergulhar nessa possibilidade de vidas extraterrestres. Confira o trailer:


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O drama romântico americano “The Secret: Dare to Dream”, de Andy Tennant (Wild Oats), estreou em cinemas limitados nos EUA em 31 de julho de 2020 e lançado mundialmente na plataforma Netflix na quarta-feira (2/12/2020), com 1 h e 48 minutos de duração. A trama acompanha Miranda Wells (vivida por Katie Holmes), viúva falida, mãe de 3 filhos, trabalha num restaurante e namora o patrão, Tucker (vivido por Jerry O’Connell), na véspera de uma tempestade encontra um estranho, Bray Johnson (vivido por Josh Lucas), um professor universitário que segue uma filosofia de vida positiva, que a ajudará nos danos causados pelo temporal em sua casa, conquistará a todos com sua generosidade, menos a sogra dela, entretanto o professor guarda um segredo que não será bem assimilado pela família. O filme - baseado no best-seller mundial de auto-ajuda homônimo - é do tipo gostosinho, para toda família, envolvente, comovente, divertido, tem boas atuações dos protagonistas, com boa química entre eles, bom elenco, boa direção de arte, fotografia pertinente, bom ritmo e um roteiro interessante, simples, mas cheio de esperança e de amor. Vale a pena assistir se quiser apenas um passatempo que o encha de energias positivas. …


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A ação/drama/policial americana “Ava”, de Tate Taylor (Ma), estreou em salas de cinemas limitadas nos EUA em 25 de setembro de 2020 e na plataforma de streaming Netflix na terça-feira (1/12/2020), com 1 h e 37 minutos de duração. A trama acompanha Ava (vivida por Jessica Chastain), uma assassina profissional de elite que viaja pelo mundo executando pessoas importantes a mando de uma organização de operações governamentais secretas, que passará a persegui-la depois de uma missão falhar e ela terá que proteger sua família - a mãe (vivida por Genna Davis e a irmã Judy (vivida por Jess Weixler), grávida - que moram em Boston, nos EUA, e também terá que lutar por sua própria sobrevivência. O filme, que não traz nada de novo para o gênero, tem humor negro, muitos clichês, cenas de luta, é violento, há perseguições, boa atuação da protagonista, que carrega o filme, bom elenco, mal aproveitado, boa direção de arte, fotografia pertinente, belos cenários e um roteiro a priori interessante, mas com problemas no desenvolvimento, tenta abordar o problema do alcoolismo mas não se aprofunda nas questões emocionais que a afastaram da família, há também uma exploração da sensualidade de Chastain, e, por último, foi mal recebido pela crítica especializada. Vale a pena assistir somente pela performance da atriz principal. …


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O Suspense/terror sul-coreano “The Call”, de Lee Chung-hyun (estreante), lançado mundialmente pela plataforma Netflix na sexta-feira (27/11/2020), com 1 h e 52 minutos de duração. A trama acompanha duas jovens mulheres, Oh Young-sook (vivida por Jun Jong-seo) e Kim Seo-Yeon (vivida por Park Shin-hye), com uma diferença de duas décadas ao momento que estão vivendo, a primeira vive no tempo atual, perde seu celular quando retorna à sua casa para cuidar da mãe e descobre um telefone antigo onde passa a receber chamadas estranhas, já a segunda vive em 1999 na mesma casa, tem problemas mentais e é mantida em cativeiro por sua mãe e usa o telefone para se conectar com o mundo exterior e pedir ajuda, a partir de então uma interage na história da outra e tudo vai ficando cada vez mais sem controle e violento. O filme é bem dirigido, assustador, sinistro, intrigante, violento, tem boas atuações das protagonistas, boa direção de arte, bela fotografia, boa trilha sonora, boa montagem, bom ritmo e um roteiro muito interessante, sobre conectar passado e presente numa mesma linha temporal. Vale muito a pena assistir. …


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O drama/mistério/suspense francês “Speakerine”, original do canal France 2 em 30 de abril de 2018, com 6 episódios, e no canal Film&Arts a partir de 20 de novembro de 2020, semanalmente, com 52 minutos de duração cada episódio. A trama, que se passa na década de 1960, acompanha Christine Beauval (vivida por Marie Gillain), apresentadora de TV que passa uma imagem de mulher perfeita, casada com um executivo do estúdio RTF, Pierre Beauval (vivido por Guillaume de Tonquédec), onde trabalha, mãe dos adolescentes Jean-Claude (vivido por Baptiste Carrion-Weiss), rebelde e metido na política, e Collette (vivida por Anne-Sophie Soldaïni), amante do manda chuva do RTF; Christine passa a ser atacada, assombrada, perseguida e traída por colegas, sem entender o que está acontecendo terá que lutar para se manter em seu emprego apesar de tudo e de todos, numa época em que as mulheres não tinham qualquer empoderamento, pois eram educadas para serem somente donas de casa e mães de família. A série é intrigante, viciante, tensa, incomoda, tem boa atuação da protagonista, bom elenco, boa direção de arte, bela fotografia, belo figurino, boa maquiagem e penteados, bom ritmo, boa montagem e um bom roteiro, que retrata muito bem uma época em que os homens se achavam “donos” das mulheres, onde o preconceito, o assédio e o abuso do poder era corriqueiro, mas também começa toda uma inquietação e luta feminina por um lugar ao sol e contra os desmandos dessa sociedade machista. Vale muito a pena assistir. …


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A aventura/biografia/drama americana “Togo”, de Ericson Core (Caçadores de Emoção: Além do Limite), original do Walt Disney Studios, lançado em 20 de dezembro de 2019 nos EUA e nos cinemas do Brasil e na plataforma Disney Plus em 11 de março de 2020, com 1 h e 54 minutos de duração. A trama acompanha Togo, um Husky Siberiano cheio de energia criado pelo casal Leonard Seppala (vivido por Willem Dafoe) e Constance Seppala (vivida por Julianne Nicholson) em Nome, Alasca, onde Leonard é um condutor de trenó dirigido por vários cães, liderado por Togo, e, para ajudar a cidade que está com uma epidemia de difteria, eles irão buscar um soro antitoxina (vacina) a 425 km e enfrentarão uma tempestade invernal, quando esse belo cachorro foi fundamental para ultrapassar todos os obstáculos. O filme - se passa em 1925 e baseado em fatos reais - é bem dirigido, apaixonante, para toda família, delicado, emocionante, divertido, comovente, empático, com muita ação, boas atuações dos protagonistas, boa direção de arte, bela fotografia, belo cenário, bom figurino, boa montagem, bom ritmo, boa trilha sonora e um bom roteiro, que mostra uma amizade linda de se ver entre um cão e seu dono e que viram heróis de uma comunidade e do país, na verdade Togo está na história de heróis dos EUA, segundo o New York Times. Vale muito a pena assistir e se emocionar com esta bela aventura. …


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A ação/policial/suspense americana “Black and Blue”, de Deon Taylor (Hóspede Indesejado), distribuído pela Sony PicturesReleasing, lançado nos EUA em 25 de outubro de 2019 e na grade da HBO e HBO GO em dezembro de 2019. A trama acompanha Alicia West (vivida por Naomie Harris), veterana da Guerra do Afeganistão e, ao retornar para sua cidade natal em New Orleans, é uma policial novata que testemunha assassinatos cometidos por policiais corruptos com sua câmera no colete à prova de balas e, a partir de então, é perseguida por vários policiais e buscará ajuda na comunidade afro-americana de onde saiu aos 17 anos para se alistar no exército americano, mas que a consideram uma traidora. O filme, que demorei a assistir não sei porquê, é tenso, violento, envolvente, empoderado, tem boa atuação da protagonista, boa direção de arte, fotografia pertinente, boas cenas de perseguição, boa montagem, bom ritmo e um roteiro muito interessante, que aborda uma história já vista sobre policiais corruptos mas agora traz o diferencial de uma mulher destemida, não é à toa o fato de ter ido a duas guerras, e que vai as últimas consequências para desmascarar a corrupção de anos no seu departamento e paralelamente se fazer respeitar por sua comunidade afro-americana. Vale muito a pena assistir. …


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A ação/drama/policial italiana “La Belva”, de Ludovico Di Martino (Il Nostro Ultimo), original de Groelandia/Warner Bros/Regione Lazio e lançado mundialmente pela plataforma Netflix na sexta-feira (27/11/2020), com 1 h e 39 minutos de duração. A trama acompanha Leonida Riva (vivido por Fabrizio Gifuni), um veterano de guerra solitário que, foi capitão das Forças Especiais do Exército, passou muitos anos longe da família e quando sua filha é sequestrada, ele volta a ser o homem feroz e destemido do passado e fará de tudo para resgatá-la, arriscando a própria vida. O filme é tenso, violento, envolvente, instigante, objetivo, tem boa atuação do protagonista, fotografia pertinente, boas cenas de perseguição e um roteiro interessante, mas que já vimos muito, que aborda um homem que traz da guerra problemas mentais e o esforço de resgatar a filha é o seu último ato heróico para si mesmo, coisa “fácil” diante da incompetência da polícia local. Vale a pena assistir se gosta do gênero. …


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O drama/terror espanhol “Voces”, de Ángel Gómez Hernández (estreante), original de Kowalski Films e RTVE e distribuído por Entertainment One Films Spain e lançado mundialmente pela plataforma Netflix na sexta-feira (27/11/2020), com 1 h e 38 minutos de duração. A trama acompanha Daniel (vivido por Rodolfo Sancho) e Sara (vivida por Belén Fabra) que, acabaram de comprar uma casa para reformá-la e depois vendê-la, são pais de Eric (vivido por Lucas Blas), um garoto de 9 anos, só que a família não sabe que a casa é assombrada por vozes, por isso, é conhecida na cidade por “casa das vozes”, mas somente Eric as ouvirá e os pais pensam que ele tem muita imaginação até que começam a perceber fenômenos sobrenaturais que mudarão suas vidas. O filme é tenso, violento, previsível, dá alguns sustos, tem boas atuações do trio principal, bom elenco, boa direção de arte, fotografia pertinente, bons efeitos visuais e um roteiro interessante, com muitas referências, um ritmo mais lento, problemas no desenvolvimento, mas com uma boa reviravolta no final. Só vale a pena assistir se gostar muito do gênero e não ligar para os clichês. …

Marcia

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