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A comédia francesa “Dix pour Cent”, original e lançada pelo canal France 2 em 2015 e depois mundialmente na plataforma de streaming Netflix (já fiz um post anterior sobre as três temporadas) e agora a quarta e última temporada foi lançada na quinta-feira (21/1/2021), com 6 episódios de 54–67 minutos. A trama agora acompanha três sócios da ASK - Andréa Martel (vivida por Camille Cottin), como diretora executiva da agência parisiense mas ainda agenciando estrelas exigentes do cinema e com problemas no seu casamento e tentando ser uma boa mãe; Gabriel Sarda (vivido por Grégory Montel), com problemas em seu novo relacionamento e com seus agenciados excêntricos; e Arlette Azémar (vivida por Liliane Rovére), continua aconselhando seus colegas e sofrerá uma grande perda - o ex-sócio Mathias Barneville (vivido por Thibault de Montalembert), agora em outra agência, onde terá problemas, e assumiu de vez seu relacionamento com Noémie Leclerc (vivida por Laure Calamy), esta criando novas oportunidades profissionais; Hervé André-Jezak (vivido por Nicolas Maury), super divertido, assistente de Gabriel e agora despontando para outra carreira; Camille Valentini (vivida por Fanny Sidney), assistente de Andréa mas sonhando com uma carreira própria e continua tendo decepções com o pai; Sofia Leprince (vivida por Stéfi Celma), apostando cada vez mais em sua carreira de atriz; o sócio majoritário da agência de talentos, Hicham Janowski (vivido por Assaad Bouad), percebendo que não tem talento para administrar a empresa se afasta o que não será bom para as finanças da empresa; e a recém chegada Elise Formain (vivida por Anne Marivin), uma pessoa falsa e com objetivos escusos no local. A série continua divertida, intrigante, envolvente, charmosa, viciante e surpreendente, tem boas atuações dos protagonistas, bom elenco, com boas atuações, ótimas participações especiais, boa direção de arte, boa fotografia, bons cenários, boa trilha sonora, bom ritmo, bom figurino e um roteiro muito interessante, agora concluindo com maestria, com bons diálogos, onde revela os bastidores de uma agência que cuida de astros e estrelas de uma forma delicada, apesar das exigências destes e das traições que ocorrem no lugar. Vale muito a pena maratonar neste fim de semana e perceber que ela já nos deixa com saudades. …


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A série documental americano “Spycraft”, original e lançada mundialmente pela plataforma de streaming Netflix na quarta-feira (20/1/2021), com 8 episódios de 29–38 minutos. O documentário mostra como foram inventadas e a utilização das tecnologias imprescindíveis em uma espionagem. No primeiro episódio acompanhamos a importância dos dispositivos de escuta; no segundo, o uso de venenos mortais; no terceiro, o uso do sexo para atrair informações; no quarto, os aparelhos para espionar ficam cada vez menores; no quinto, o uso de códigos e as comunicações digitais; no sexto, as operações especiais com os melhores agentes; no sétimo, o uso da criptografia; e no oitavo e último episódio, espiões perfeitos para espionar o próprio país. A série, baseada no livro do escritor/jornalista Henry R. Schlesinger, é intrigante, viciante, curiosa, surpreendente e ficamos conhecendo os bastidores de ações de espionagem que começaram há um século e seu aperfeiçoamento ao longo do tempo usando novas tecnologias para burlar a segurança dos países sob vigilância e o treinamento de espiões ainda mais interessantes e perfeitos na arte de enganar o inimigo, muito mais que a ficção. Vale muito a pena assistir e maratonar. …


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O curta-metragem/documentário americano “What Would Sophia Loren Do?”, de Ross Kauffman (Waterproof), original da plataforma de streaming Netflix e lançada mundialmente em 15 de janeiro de 2021, com 32 minutos de duração. A trama acompanha Nancy “Vicenza Careri” Kulik, uma avó ítalo-americana que mora em New Jersey e tem como ídolo desde sempre a estrela Sophia Loren, que é de Nápoles como sua família, e ver outras similaridades com a atriz, como: praticamente da mesma idade, uma mulher bonita mas fora dos padrões de Hollywood, o amor pelo marido, pelos filhos e pela carreira. O documentário, que é bem dirigido, é emocionante, uma homenagem de uma fã à estrela italiana que tem 70 anos de carreira e que a “ajudou” a ter esperanças nos momentos difíceis de sua vida e a relaxar ao assistir seu inúmeros filmes. Vale muito a pena assistir mas, infelizmente, é somente um curta e acaba rápido. …


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A comédia francesa “Dix pour Cent”, original e lançada pela France 2 em 14 de outubro de 2015 até 2019 com 4 temporadas e lançada na grade da plataforma de streaming Netflix as três primeiras temporadas em 2019, com 6 episódios cada de 55 minutos em média. A trama acompanha quatro profissionais de uma agência de talentos parisiense - Gabriel Sarda (vivido por Grégory Montel), solteiro, o agente mais perdido e que se deixa levar pelas situações e muito amigo de Andréa; Mathias Barneville (vivido por Thibault de Montalembert), casado com uma mulher rica e com um filho ator, um ser invejoso, ambicioso, nada confiável e sonha comandar a empresa; Andréa Martel (vivida por Camile Cottin), homossexual, namoradeira contumaz e muito talentosa no seu trabalho com os famosos que agencia, fazendo de tudo para resolver seus problemas; e Arlette Azémar (vivida por Liliane Rovère), a mais antiga no lugar e tenta ajudar seus colegas com conselhos de uma pessoa que tem muita experiência e agarrada com seu cãozinho de estimação - que possuem exatamente dez por cento cada das ações da empresa e os outros 60 por cento são do proprietário que morre na 1a temporada, a partir de então os quatro se rivalizam para comprar o montante das ações da viúva, porém, eles não tem dinheiro para tanto e um ex-colega de Andréa, Hicham Janowski (vivido por Assaad Bouab), entra no negócio o que causará alguns atritos com os agentes e cobrará mais profissionalismo deles, paralelamente tem as confusões causadas por seus assistentes - Noémie Leclerc (vivida por Laure Calamy), é apaixonada por seu chefe Mathias; Hervé André-Jezak (vivido por Nicolas Maury), super divertido, trabalha para Gabriel e tenta ajudá-lo a resolver as confusões em que ele se mete; e Camille Valentini (vivida por Fanny Sidney), filha não assumida de Mathias que é colocada para trabalhar com a Andréa. A série é bem dirigida, divertidíssima, charmosa, envolvente, viciante e surpreendente, tem boas atuações dos protagonistas, bom elenco com boas atuações, ótimas participações especiais, boa direção de arte, boa fotografia, boa trilha sonora, boa montagem, bom ritmo e um roteiro muito interessante, inteligente, cheio de reviravoltas, onde torcemos tanto pelo agente quanto pelo agenciado, que aborda o dia a dia de uma agência de atores de Paris, fazendo uma crítica a esse setor da indústria do entretenimento, mostrando que tudo é possível de acontecer num local como esse, com bons diálogos e sempre tem um famoso (a) ator/atriz, ou mais, convidado (s) em cada episódio e sendo eles mesmos, mas o requinte é que fazem parte da elite do cinema francês. Vale muito a pena assistir e maratonar e esperar pela 4a temporada que estreará na quinta-feira (21/1/2021) na Netflix.


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A série documental americana “One Day at Disney”, original da plataforma Disney Plus lançada em 6 de dezembro de 2019 com 51 episódios, disponíveis 27, de 5–8 minutos. São curtas sobre funcionários da empresa criada por Walt Disney e nivelando todos por seu amor por seu trabalho nesse lugar que sonhos são transformados em realidade. No primeiro episódio temos o depoimento do produtor inglês que virou animador dos personagens icônicos; no segundo, um mecânico da Marinha que virou mergulhador à noite da Disneyland Resort; no terceiro, uma garota que sonhou trabalhar no esporte e é uma âncora da ESPN; no quarto, uma artista que dá vida à Dory numa das representações diárias no parque; no quinto, o CEO relembra como começou sua carreira e o que o inspira na na maior empresa de entretenimento do mundo; no sexto, os bastidores da série de sucesso “ Modern Family”; no sétimo, o designer de personagens de El Salvador que realizou o sonho infantil; no oitavo, se passa na LucasFilm e chefe brinca com o fofo BB-8 pelos corredores para animar seus funcionários; no nono, é sobre o organista oficial da Disneyland, da Califórnia, no trabalho que amo por 20 anos; no décimo, a ilustrada que veio de Taiwan e que passa para os livros a história dos filmes infantis; e etc. A série é viciante, apaixonante, emocionante e informativa, sobre um universo que é amado mundialmente por várias gerações e continuará por outras tantas, muito inspiradora porque é admirável assistir pessoas que amam trabalhar em funções e em um local em que sonharam e hoje são pessoas realizadas. Vale muito a pena maratonar. …


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O drama americano “The Assistant”, de Kitty Green (estreante), estreou no Festival de Cinema de Telluride em 30 de agosto de 2019, em cinemas limitados nos EUA em 31 de janeiro de 2020 e na grade da plataforma de streaming Amazon Prime Video em 7 de janeiro de 2021, com 1 h e 27 minutos de duração. A trama acompanha Jane (vivida por Julia Garner), recém formada na universidade de Northwestern, em Illinois, e aspirante a produtora, é uma assistente júnior de um poderoso executivo de uma produtora de filmes da cidade de Nova York, que ao longo de sua puxada rotina diária vai se conscientizando de todos os tipos de abusos que ocorrem no local e decide se posicionar. O filme é bem dirigido, sutil, intimista, realista, incomoda e revolta, tem ótima atuação da protagonista, boa direção de arte, boa trilha sonora, ritmo lento e um roteiro muito forte, com poucos diálogos mas com uma força no indizível, a emoção passada pelos olhos da protagonista, num ambiente claustrofóbico de um escritório onde é humilhada e tendo que trabalhar numa longa jornada diária absurda, onde chega de madrugada e vai embora à noite depois de todos, sem reconhecimento e ainda percebe que as mulheres sofrem todo tipo de assédio e que ela não pode denunciar se quiser manter o emprego. Vale muito a pena assistir e se indignar. …


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A ação/aventura/ficção americana “Marvel Studios: Legends”, original da Marvel Studios e lançada mundialmente pela plataforma de streaming Disney + em 8 de janeiro de 2021, com dois episódios iniciais de 7 e 6 minutos de duração cada respectivamente. Esta série documental tem o objetivo de conhecermos os super-heróis em seus momentos mais icônicos do Universo Cinematográfico Marvel (UCM). Os curtas são interessantes mas poderiam abordar mais desses heróis que amamos tanto, entretanto era só, no caso de Wanda e Vision, uma introdução para a série deles, “WandaVision”, que estreou na sexta-feira (15/1/2021), que por sinal gostei muito. Então, apesar de não trazer nada de novo, vale a pena ver. Confira o trailer:


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A comédia/drama/policial americana “Why Women Kill”, original e lançada pelo canal americano CBS All Access em 15 de agosto de 2019 e lançada na plataforma de streaming GloboPlay na sexta-feira (15/1/2021), com 10 episódios de 45–53 minutos. A trama acompanha três mulheres - Beth Ann Stanton (vivida por Ginnifer Goodwin), dona de casa, casada com seu primeiro namorado e perdeu a única filha, ainda garotinha, atropelada; Simone Grove (vivida por Lucy Liu), socialite, dona de uma galeria de artes, divorciada duas vezes e no seu terceiro casamento e tem uma filha adulta prestes a se casar; e Taylor Harding (vivida por Kirby Howell-Baptiste), advogada, casada com um roteirista drogado e mantém relacionamentos com mulheres - em épocas diferentes, 1964, 1984 e 2019, sendo moradoras de uma mesma mansão em Pasadena, na Califórnia, onde vivenciam traições de seus maridos. Beth descobre que seu marido tem um caso com uma garçonete, Simone recebe fotos do marido com um rapaz e Taylor é surpreendida com o interesse a mais de seu marido com um caso seu, agora essas três mulheres pensam o que fazer com os traidores. A série é divertida, dramática, viciante, intrigante, sombria e surpreendente, tem boas atuações das protagonistas e dos coadjuvantes, bom elenco, ótima direção de arte, boa fotografia, boa trilha sonora, ótima abertura, boa montagem, bom figurino, boa maquiagem e penteados, bom ritmo e um roteiro muito interessante, com algumas falhas no seu desenvolvimento, que aborda um tema sempre curioso e atual, com mulheres inteligentes e perversas, com boas reviravoltas e um final em que as cenas das três se cruzam de uma forma bastante admirável. Vale muito a pena maratonar. …


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A ação/aventura/comédia americana “WandaVision”, original da Marvel Studios e lançada mundialmente pela plataforma de streaming Disney + na sexta-feira (15/1/2021), são previstos 6 episódios na 1a temporada, mas com 2 episódios disponíveis inicialmente e a duração de 29–36 minutos. A trama os super heróis Wanda Maximoff (vivida por Elizabeth Olsen) e Vision (vivido por Paul Bettany), vivendo uma vida tranquila numa casa de subúrbio na década de 1950 e tentando se encaixar no estilo de vida de seus vizinhos e começam a perceber que nem tudo parece ser o que é, onde a realidade se confunde com a ficção e vice-versa. A série, que é diferente de tudo o que a Marvel fez até agora, inicialmente é divertida, leve, surpreendente e misteriosa, tem boas atuações dos protagonistas, bom elenco, ótima direção de arte, bela fotografia, belos cenários, bons efeitos visuais, boa trilha sonora, bom figurino, boa maquiagem e penteados, bom ritmo e um roteiro muito interessante, por colocar os super heróis em uma condição inusitada, entretanto com apenas dois episódios não podemos arriscar como será seu desenvolvimento, porém, gostei do que vi até agora. Vale muito a pena assistir. …


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A animação/drama/curta-metragem americano “Cops and Robbers”, Arnon Manor (estreante) e Tomothy Ware-Hill (Mr. Occifer & Miss America), original e lançada pela plataforma de streaming Netflix em 28 de dezembro de 2020, com 7 minutos de duração. O curta multimídia - inspirado na poesia falada sobre o assassinato de Ahmaud Arbery - é bem dirigido, faz uma crítica ao preconceito racial dos policiais onde lembra que antigamente brincar de polícia e ladrão era uma brincadeira inocente que exaltava os bons policiais, que eram ídolos da criançada, hoje é sinônimo de violência principalmente para os afro-americanos pobres e, por isso, não se vê mais a garotada brincando nas ruas jogando basquete e baseball porque é lá que se encontra o sangue dos assassinados por esses “azuis” que deveriam gerar segurança aos cidadãos mas, na verdade, geram medo porque personificam a KKK (Ku Klux Klan) do século XXI. O filme é forte, impactante, poderoso e ativista, que deve ser indicado ao Oscar 2021 na categoria melhor curta de animação. Vale muito a pena assistir e se indignar. …

Marcia

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